Autoridade emprestada: técnica de propaganda
Faz a mensagem parecer vir de médicos ou especialistas neutros, escondendo quem está por trás. Exemplos de líderes do século 20 e de políticos brasileiros de hoje, com as fontes.
Uma ideia contestada é atribuída a “médicos”, “especialistas” ou “estudos”, como prova independente, sem mostrar a ligação deles com quem fala. Grupos de profissionais são recrutados para assinar cartas de apoio, como “médicos pela…”. Institutos ou movimentos que parecem neutros repetem a linha da campanha, com as mesmas pessoas ou o mesmo dinheiro por trás. Citar um especialista ou uma pesquisa, por si só, não é a técnica.
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